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altas horas, frio intenso. Ela descia a avenida
que dava acesso a principal,o transito agitado
nada que intimidasse a vã consciencia daquele
momento que na real era nostalgico, mas deveria
deixar de ser, dali em diante, o por que ja nao era
pretexto para nenhuma das muitas desculpas vazias
mortalizada em espirito e alma, diante de si
exatamente dois mundos:o do desejo mortal e o real
questiona, pois ainda se sente humana, embora rara
não alivia, só adia tudo de novo, espera o inesperado
solta ao vento forte que vem do sul o ultimo suspiro
desaparece entre a multidao desconhecida da calçada
fria, resta-lhe o fisico mascarado e ilusória normalidade.
aguarda com a garganta seca e sembrante morbido
um novo dia, sem tarde nebulosa para os que permanecem.
da vidraça de freste por entre aberta, a vista revela o obvio
mantem-se prisioneira da felicidade alheia ostentando
as mazelas do tempo implacavel e da sociedade rotulativa
com a uma unica certeza de existencia maior de um por que
complexo, raro e simples de se ver.
desafia a supremacia, a furia dominante,nunca ideal.
nada seria assim , escolha vazia e imbecil desejada
grito de voz aguda nunca audivel aos seus sentidos.
anula-se mil vezes a cada anoitecer, uma vã despedida.
que dava acesso a principal,o transito agitado
nada que intimidasse a vã consciencia daquele
momento que na real era nostalgico, mas deveria
deixar de ser, dali em diante, o por que ja nao era
pretexto para nenhuma das muitas desculpas vazias
mortalizada em espirito e alma, diante de si
exatamente dois mundos:o do desejo mortal e o real
questiona, pois ainda se sente humana, embora rara
não alivia, só adia tudo de novo, espera o inesperado
solta ao vento forte que vem do sul o ultimo suspiro
desaparece entre a multidao desconhecida da calçada
fria, resta-lhe o fisico mascarado e ilusória normalidade.
aguarda com a garganta seca e sembrante morbido
um novo dia, sem tarde nebulosa para os que permanecem.
da vidraça de freste por entre aberta, a vista revela o obvio
mantem-se prisioneira da felicidade alheia ostentando
as mazelas do tempo implacavel e da sociedade rotulativa
com a uma unica certeza de existencia maior de um por que
complexo, raro e simples de se ver.
desafia a supremacia, a furia dominante,nunca ideal.
nada seria assim , escolha vazia e imbecil desejada
grito de voz aguda nunca audivel aos seus sentidos.
anula-se mil vezes a cada anoitecer, uma vã despedida.
Um comentário:
OLa...
Bonito
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