domingo, 13 de setembro de 2009

É manha de domingo, são 7:58 minutos, da minha janela observo com atenção o amanhecer.
Relembro minha estória, as personagens fictícias flutuam a cada cena aplaudem e desaparecem.
O sol amarelo anuncia um dia iluminado
Mas me sinto sozinha! Na rua nenhum movimento. Onde estarão as pessoas desse lugar? Nenhuma criança brincando.
Eu só não consigo ouvir o só da minha própria voz.
Na inconstância de tudo que flutua incessantemente dentro de mim faz lembrar de você!

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