terça-feira, 15 de maio de 2007

Amigo

Amigo querido,
O passado fugaz tornou-se névoa
As lembranças tênues não repousam jamais
A força que nos impulsionava
Há dias perdeu sua razão
A voz que agora fala é fraca
Moribunda...
As palavras e frases trancadas numa boca calada
São meras dançarinas da ilusão.
No corroído passar dos dias sem fim,
A luz da outra casa não traz clarão.
Silencio os dias de equivoco,
Trancando seguramente minha mente nada segura,
Desse modo mordaz de tentar sobreviver.
Numa casa triste vazia sem chão,
Onde perdi minha razão e não tenho contentamento,
Casa de refúgios sombrios e de datas que não mudam.
Presa no martírio de um sentimento enganoso.
Amigo querido,
Não quero fenda em minha couraça,
Não quero mancha em meus vestidos
Não os quero mais!

6 comentários:

Anônimo disse...

Bonito poema... triste, mas mesmo assim muito bonito...

São seus?!


beijoos!
e valeu a visita!

Anônimo disse...

Oi, eu por aqui de novo, muito bom seu poema.Qualquer dia mostro os meus!
bj

Anônimo disse...

É realmente vc q escrve essas coisas?Cara, achei massa!

Beijos

Anônimo disse...

Oi Srta., achei meio confuso, mas no final acabei gostando!

Anônimo disse...

achei vc...
heuehueh

bonito poema tbm.... sem comentarios neh....

bjs

Jorge

Unknown disse...

bom...
um tanto diferente dos meus pensamentos[você sabe] mas eh mais um modo de expor sua couraça... de colocar que você é forte... mas também acho q todos tem uma fraqueza... afinal não podemos ser inteiramente indestrutíveis... temos que ter um ponto fraco...
quanto a exposição de seus pensamentos... sem comentários... não são necessários para você... todos os meus comentários a respeito de suas obras seriam bobos e inúteis, pois não teria o que colocar, não teria palavras para descrever o quanto gosto destes...